O Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo (Ipem-SP) divulgou orientações para consumidores sobre as novas regras de eficiência energética que passaram a vigorar para refrigeradores desde 1º de janeiro de 2026. As mudanças fazem parte da atualização da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (Ence), vinculada ao Inmetro, com o objetivo de tornar as informações sobre consumo de energia mais claras e facilitar a escolha consciente de produtos.
Entre as principais alterações está o fim das subclasses de eficiência energética, como A+, A++ e A+++, utilizadas anteriormente para diferenciar modelos de refrigeradores. Com as novas regras, os equipamentos serão classificados em apenas três classes — A, B e C —, o que permite ao consumidor comparar mais facilmente a eficiência energética de diferentes modelos ao observar as etiquetas coladas nos produtos.
Os consumidores também devem verificar o consumo de energia mensal, indicado em quilowatts-hora por mês (kWh/mês), informação que ajuda a estimar o impacto do uso do aparelho na conta de luz. Por exemplo, um refrigerador que consome 24 kWh por mês terá um gasto proporcional ao valor do quilowatt-hora na localidade onde é utilizado.
Segundo o Ipem-SP, a mudança na classificação foi adotada para refletir padrões mínimos de eficiência determinados pelo Comitê Gestor de Indicadores e Níveis de Eficiência Energética (CGIEE), órgão que define os parâmetros no âmbito do Programa Brasileiro de Etiquetagem. A atualização busca estimular a economia de energia e reduzir custos ao consumidor no longo prazo.
Para moradores de Santa Isabel que pretendem comprar um refrigerador novo, a orientação é observar atentamente a classe de eficiência energética e o consumo mensal indicado na etiqueta, priorizando os produtos com menor consumo quando possível. Essa escolha pode resultar em economia na conta de energia ao longo do uso do equipamento.

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