A sensação de que o dia nunca é suficiente deixou de ser apenas percepção individual e passou a ocupar espaço em debates sobre saúde mental, produtividade e qualidade de vida.
Em coluna publicada no UOL VivaBem, a jornalista, pesquisadora e professora Michelle Prazeres questiona se ainda é possível conciliar trabalho, descanso, cuidado e vida pessoal em uma rotina cada vez mais acelerada.
Segundo a autora, o problema vai além da organização individual e reflete um modelo social baseado em produtividade constante, excesso de demandas e sensação permanente de urgência. Fonte: UOL VivaBem.
Na prática, muitas pessoas vivem tentando equilibrar:
• trabalho
• tarefas domésticas
• cuidado com filhos e familiares
• estudos
• vida social
• descanso
O resultado costuma ser exaustão física e mental.
Michelle Prazeres, fundadora do Instituto Desacelera, defende que o descanso não deveria ser tratado como privilégio ou recompensa, mas como necessidade básica e direito social. Fonte: Instituto Desacelera.
Outro ponto importante é o impacto da hiperconectividade.
Celulares, redes sociais, aplicativos de mensagem e trabalho remoto acabaram ampliando a sensação de disponibilidade permanente, reduzindo momentos reais de pausa.
Especialistas em saúde mental apontam que esse cenário contribui para:
⚠️ ansiedade
⚠️ esgotamento emocional
⚠️ dificuldade de concentração
⚠️ sensação constante de cansaço
Segundo Michelle Prazeres, a lógica da aceleração transformou até o descanso em tarefa produtiva, fazendo com que muitas pessoas sintam culpa ao parar ou desacelerar. Fonte: UOL VivaBem.
O debate também ganhou força nos últimos anos com discussões sobre:
📌 burnout
📌 redução da jornada de trabalho
📌 equilíbrio entre vida pessoal e profissional
📌 saúde mental no ambiente corporativo
Para moradores de Santa Isabel e região, a discussão reflete uma realidade presente tanto em grandes centros quanto em cidades menores, especialmente diante do aumento das jornadas múltiplas e do custo de vida.
Outro fator citado por especialistas é que mulheres costumam enfrentar sobrecarga ainda maior por acumularem trabalho profissional e tarefas de cuidado dentro de casa.
Mais do que gestão de tempo, o debate envolve qualidade de vida, saúde mental e limites da cultura da produtividade permanente.
Fontes: UOL VivaBem, Instituto Desacelera e Michelle Prazeres.

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